Mundo
Centro de cibersegurança exige tomada de medidas urgentes para tecnologias desatualizadas
Um ciberataque aos sistemas de segurança dos refrigeradores e congeladores de supermercados europeus é apenas um sinal da ameaça que se tornará cada vez mais frequente, alertou o responsável pela cibersegurança do Reino Unido, Richard Horne.
O ataque informático aos sistemas de refrigeração em supermercados de toda a Europa expôs a vulnerabilidade dos sistemas informáticos, sendo este “apenas o começo” do que está por vir.
“O risco mais grave que enfrentamos a curto prazo é um enorme aumento no volume de incidentes. (…) Quando não houver alimentos nas prateleiras, quando as luzes não acenderem, quando as empresas falirem, talvez tenhamos de explicar que não tomámos as decisões certas”, adiantou o diretor do Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido.
“Isto não se deve ao facto de a inteligência artificial ter inventado novas formas de nos atacar, mas sim ao facto de as vulnerabilidades que foram toleradas durante demasiado tempo poderem ser descobertas e exploradas numa escala que antes era inimaginável”, adiantou.
“O risco mais grave que enfrentamos a curto prazo é um enorme aumento no volume de incidentes. (…) Quando não houver alimentos nas prateleiras, quando as luzes não acenderem, quando as empresas falirem, talvez tenhamos de explicar que não tomámos as decisões certas”, adiantou o diretor do Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido.
“Isto não se deve ao facto de a inteligência artificial ter inventado novas formas de nos atacar, mas sim ao facto de as vulnerabilidades que foram toleradas durante demasiado tempo poderem ser descobertas e exploradas numa escala que antes era inimaginável”, adiantou.
De acordo com o relatório anual do NCSC, prevê-se que a inteligência artificial amplifique as capacidades dos piratas informáticos.
Não terá sido necessário, porém, recorrer a inteligência artificial avançada no ataque da última segunda-feira, pois tinha como alvo fragilidades já conhecidas, relacionadas com a desatualização tecnológica, concluiu o especialista.
(Com agências)